Hoje, nos grupos de interesse do Congresso, participei da palestra cujo título aparece acima que acabou gerando uma certa polêmica nas discussões com os congressistas, que ao meu ver não entenderam bem as colocações de alguns palestrantes.
Acredito ser importante o educador pensar nesta questão, pois quando analisamos a prática verificamos que passamos de protagonista para coadjuvante dependendo da situação que estamos vivenciando.
Se estivermos falando de um Projeto a ser realizado na escola, e entendermos projeto como um trabalho coletivo, claramente nos posicionamos como coadjuvantes, pois estamos em sintonia com o todo e nesta sintonia não há protagonistas.
Contudo somos protagonistas da nossa atuação profissional, da nossa formação e das nossas escolhas na busca das melhores estratégias para atingirmos o objetivo principal do nosso trabalho que é o desenvolvimento educacional das nossas crianças.
Pensando desta forma, o que precisamos realmente é aprender a identificar quando devemos ser protagonistas e quando devemos ser coadjuvantes e se estivermos conscientes que desempenhamos os dois papéis na realização do trabalho escolar, poderemos assumir melhor nossas responsabilidades e atuar de forma mais adequada, contribuindo para um resultado de maior qualidade e eficiência.


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