sábado, 6 de novembro de 2010
INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
Achei curiosa a união destas duas palavras, pois, às vezes, separadamente, elas são entendidas como molas propulsoras das atitudes humanas que partem de direções opostas.
O que seria, então, a inteligência emocional?
Pensar as emoções, racionalizar os sentimentos, usar a inteligência para entender como se sente e direcionar melhor as reações emocionais?
Aqui o foco da reflexão diz respeito à inteligência emocional no trabalho.
Pesquisas tem revelado que os profissionais de educação estão tendo dificuldades para equilibrar-se, emocionalmente, diante das condições de trabalho a que estão sujeitos e isto tem gerado problemas sérios de saúde.
Não desmerecendo a importância da discussão sobre a luta necessária para mudar estas condições, esta postagem parte do pressuposto de que enquanto estas mudanças não chegam, e se vamos continuar nesta profissão, cada um tem que procurar meios de fazê-lo sem perder a saúde.
E isto se aplica não somente a nossa profissão.
Talvez, o entendimento da inteligência emocional e de como podemos usá-la para melhor obtermos resultados em nosso trabalho, bem como apropriar-se da concepção de que nossas emoções podem ser educadas, possa nos ajudar.
Vejam alguns sites que podem fornecer informações interessantes sobre o assunto:
http://www.saudeetrabalho.com.br/download_2/inteligencia-emocional-psiconsult.pdf
http://www.din.uem.br/ia/emocional/
http://www.rh.com.br/Portal/Mudanca/Artigo/4411/inteligencia-emocional-no-trabalho.html
http://intersaberes.grupouninter.com.br/3/arquivos/5.pdf
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